Todos conhecemos o conceito de Invalidez Física: Situação em que se constate, com fundamento em elementos objectivos clinicamente comprovados, a total incapacidade da Pessoa Segura para exercer qualquer actividade remunerável, ou em casos mais graves, a necessidade de recorrer, de modo continuo, à assistência de uma terceira pessoa para a satisfação das suas necessidades vitais, sem previsão de qualquer melhoria, com base nos conhecimentos médicos actuais.

O conceito de Invalidez Financeira é semelhante, pois esta situação também impede de fazer uma vida normal, forçando o recurso à assistência de uma terceira pessoa para a satisfação das suas necessidades vitais. Neste contexto, impede também os movimentos, só que não por motivos físicos mas antes por motivos financeiros.

A diferença fundamental é que enquanto que a primeira é impossível de ultrapassar (até a medicina ter desenvolvido métodos muito mais avançados de regeneração do corpo humano), a segunda pode ser prevenida com um serviço de complemento à segurança social baseado na subscrição de um conjunto de seguros adequado aos rendimentos, direitos adquiridos na segurança social durante a carreira contributiva,  às necessidades de cada indivíduo derivadas da sua estrutura familiar e ao seu nível de vida.

Imagine dois cenários: um em que após um episódio de infortúnio se encontra inválido fisicamente e recebe uma pensão de 300€ para sempre, ficando a partir desse momento na dependência da família e da caridade para fazer uma vida o mais confortável possível. E depois um outro em que, após o mesmo sinistro, recebe uma pensão de 300€ mais um seguro de 480.000€ que em 40 anos lhe dá 1.000€ por mês de apoio adicional.

A diferença é enorme. É a diferença entre ser um fardo para a família e a caridade, ou ter um rendimento que lhe permite ter o seu próprio espaço, os seus próprios funcionários de apoio, e potencialmente até alguns pequenos luxos para o motivar a viver o amanhã. É a diferença entre dificultar os estudos e as oportunidades para a sua família, e em alternativa ter recursos para dar como prenda uma “bolsa de estudo” para os que lhe são próximos e até para a geração seguinte! 40 anos são muito tempo: a sua qualidade de vida durante todo esse tempo pode depender do que decidir hoje.

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